Eis que se aproxima mais um ano!
De braços abertos o recebo,
De coração cheio o anseio.
Este será, finalmente, o Meu ano!
Pois que desta vez assim o decidi.
As minhas desculpas a todos os que contam comigo;
aos que se habituaram aos meus braços abertos;
a todos aqueles que em seguida me espetam um valente pontapé...
Este ano não vou estar!!
Este ano vou dedicá-lo a MIM!
E, porque assim o decidi
Este será realmente e finalmente
O primeiro ano do resto da minha vida!
Este é o grito de uma Guerreira!! Aqui deixo as marcas cravadas pela vida em minha alma selvagem enclausurada num mundo dito civilizado... Este é o meu covil, onde guardo os meus alentos e desalentos, as minhas forças e fraquezas, as minhas armas...as minhas lembranças...os meus sentimentos... Aqui estarei eu...mulher...guerreira...selvagem...
"Imortais mortais, mortais imortais, que vivem a sua morte e morrem a sua vida."
Heraclito, 540-480 a. C., filósofo grego, Da Natureza
domingo, 25 de julho de 2010
sábado, 24 de julho de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Uprising
They will not force us
They will stop degrading us
They will not control us
We will be victorious
(So come on)
They will stop degrading us
They will not control us
We will be victorious
(So come on)
terça-feira, 6 de julho de 2010
Rodopiando
Terá mesmo a vida que ser esta constante espiral?
Já se começa a sentir enjoada...
Sempre que as voltas parecem abrandar
Eis que retomam mais velozes que na última vez...
Ela solta mais um grito de desespero
Na esperança de ser ouvida
Mas, a espiral roda e roda e roda...
E o grito parece ser abafado pelas voltas dementes
Ou não haverá simplesmente ninguém que a possa acudir?
Já chega!
Todas as batalhas um dia tiveram um fim...
Mas, a sua é interminável!
Não se recorda as vezes que já erguera bandeira branca
E quando pensa que encontrou a paz...
Para quando o fim das lágrimas?
Já não acredita muito...
Chora...
Revolta-se...
Descansa...
Recopera forças...
E mais um rodopiar está prestes a envolvê-la...
Já se começa a sentir enjoada...
Sempre que as voltas parecem abrandar
Eis que retomam mais velozes que na última vez...
Ela solta mais um grito de desespero
Na esperança de ser ouvida
Mas, a espiral roda e roda e roda...
E o grito parece ser abafado pelas voltas dementes
Ou não haverá simplesmente ninguém que a possa acudir?
Já chega!
Todas as batalhas um dia tiveram um fim...
Mas, a sua é interminável!
Não se recorda as vezes que já erguera bandeira branca
E quando pensa que encontrou a paz...
Para quando o fim das lágrimas?
Já não acredita muito...
Chora...
Revolta-se...
Descansa...
Recopera forças...
E mais um rodopiar está prestes a envolvê-la...
sábado, 3 de julho de 2010
AMAVAS-ME PELO QUE SOU...

Estarias lá...
Se visses a sombra em que vivo?
Rezavas por mim se fosse um discrente?
Amavas-me pelo que sou
E apesar do que sou?
Permanecerias junto a mim
Se todos me abandonassem?
Querias saber de mim
Se não me importasse com o mundo?
Emprestavas-me tua visão
Se não podesse ver?
Chamarias meu nome
Se não o podesse ouvir?
Amavas-me pelo que sou
E apesar do que sou?
Estendias-me tua mão
Se me estivesse a afundar?
Acenderias uma luz
Se vivesse na escuridão?
Enrroscavas-me em teu colo
Se morresse de frio?
Serias minha bengala
Se não podesse caminhar?
Amavas-me pelo que sou
E apesar do que sou?
Abraçavas minha alma
Se eu a ignorasse?
Mostravas-me o que tenho de bom
Mesmo que o escondesse?
Oferecias-me um sorriso carinhoso
Depois de te causar dor?
Estarias lá se visses a sombra em que vivo?...
Amavas-me pelo que sou
E apesar do que sou?
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