
Denso enxame sombrio
Que envolve pensamentos distraídos
Ideologias e conceitos mundanos
Sopro frio que banha uma face pálida e triste
Rostos fantasmas que se cruzam
Por ruelas e becos escuros
Estradas distorcidas
Estranhas e espinhosas
Ouve-se um canto solitário de ave nocturna
Louvando a tranquilidade
Saudando todos os seres
Sob a pálida luz do luar
Em algum lugar
Encontra-se mais um amante da noite
Remoendo pensamentos
Tristezas e alegrias se mesclam e difundem
Loucuras sóbrias se confundem
Oh, noite!
Sorrateiro convite a vislumbrar-te
Gerações e gerações te contemplam
Envolvidos pela magia e graça do luar
Oh, noite!
Eterna companheira do solitário e do ébrio
Sempre nos presenteaste com teus mistérios
No teu silêncio, sonhos são vividos
Preces são lançadas aos céus
Ilusões elevam a alma..
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