E o que era ontem, hoje não é mais
E o que é hoje, amanhã deixará de ser...
E segue o tempo
Com sua força destruidora
Como guerreiros de espadas erguidas
Determinados a cortar as amarras que os prendem na solidão
De batalhas outrora perdidas
E o que ontem foi ferida, hoje é cicatriz
E o que hoje é dor, amanhã será lembrança
E segue o tempo
Com seu poder incontrolável
Como curandeiros destemidos
Determinados a expulsar demónios que destroem a alma
De corpos pela angústia consumidos
E segue o tempo
Com sua determinação
De que nada permaneça igual...

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