"Imortais mortais, mortais imortais, que vivem a sua morte e morrem a sua vida."

Heraclito, 540-480 a. C., filósofo grego, Da Natureza

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Final de um conto



Tão rápido se aninhava no seu colo
Sedento da paz deste amor e transbordando sonhos 
Como desaparecia na noite
Deixando-a mergulhada na escuridão
Era assim que o amava e não tinha intensão de o mudar 
Nas noites mais escuras, procurava uma estrela 
Enviava-lhe poemas sobre o seu amor
Ele lia-os e corria para ela
Sedento da paz deste amor e transbordando sonhos
Prometeu sempre que voltava e ela prometia esperar
Prometeu um dia querer ficar e ela prometia acreditar
Cumpriu o prometido
Mas ela... ela não conseguiu...

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